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2 de dezembro de 2019

Às vezes penso que não estamos autorizados culturalmente a pensar a respeito da inveja. Quando ela começa? De onde vem?

Como se afastar de um sentimento que pode ser nocivo e, ao mesmo tempo, benéfico e revelador? Sim, revelador na medida em que os olhos, emaranhados a sentimentos antagônicos, provocam e desvelam no sujeito o continuum.

Ao despertar de suas múltiplas facetas segue-se um vislumbre mais profundo de possibilidades e potencialidades antes eclipsadas cognitivamente. O efeito metafísico de uma baixa autoestima, introjetada e aclopada a injunções trespassadas ininterruptamente perante as constelações familiares acaba sendo absorvido imaginariamente e aceito como seu.

A transgeracionalidade das emoções e sentimentos, nutre-se de uma circularidade inferior, onde o invejoso se apropria de algumas ferramentas a fim de reduzir o outro com a mesma intenção de descrever seu sentimento de pequenez. O fato é que o invejoso se esquece de se olhar e, nesse esquecer, compara-se com o outro o tempo todo, deixando-se de lado! A promoção do autoconhecimento pautado sobre uma nova perspectiva e diferente visão de si mesmo, consequentemente irá ampará-lo e libertá-lo da comparação. Explorando seu próprio continente, acaba por remasterizar-se em um novo conteúdo que já lá se encontrava.

Gisela Purper Barreto – Escrita Criativa – Psicóloga clínica/Pós-graduada em Arteterapia

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